domingo, 10 de outubro de 2010

CAPÍTULO 1. O que eles querem ver!

Olá visitantes, praticantes, lutadores, simpatizantes e amantes das artes marciais.
Tenho pensado muito sobre o confronto de estilos que existe nas artes marciais. Na verdade venho pensando nisso a uns 4 anos desde que comecei a praticar a arte da luta com meus 14 anos. Não há muitas conclusões para isto, não há muitas certezas sobre este assunto porque ele é muito mutável. Mas consigo enxergar claro e nitidamente que o que as pessoas hoje em dia desejam conhecer não é se alguém tem técnica e força suficiente para bater, projetar ou finalizar numa luta. Não querem saber se você treinou arduamente durante muito um tempo e se competiu. Querem saber nomes! Nome da academia que você representou; nome do seu instrutor, professor ou mestre; nome do ESTILO que praticava.
Não condeno quem tem tal atitude. Não estimulo a prática da clandestinidade nas artes marciais, sou na verdade extremamente contra. O que estimulo e luto a favor sempre é de uma prática marcial voltada para a vida real. Campeonatos são válidos e títulos são bem vindos, mas nem sempre a preparação para estes serve para a vida real. Não quero com isso aumentar a agressividade nos treinamentos. Quero sim aumentar a concientização de que os treinos devem ser voltados para a vida e não para um curto período. É onde, na minha humilde e pequena opinião, devem ser consistentemente trabalhado o psicológico do atleta ou aluno para que este treine até quando não está treinando. Confuso? É muito simples. Existe uma coisa chamada prática mental! Se terminou seu treino físicamente (quando digo fisicamente digo: físico, tático e técnico) continue treinando mentalmente, repassando e tentando elaborar situações para o que treinou. Isto meus amigos é treinar em tempo integral. Isto meus amigos, é treinar de verdade.
Nos meus 8 anos de treino sempre quis contribuir de uma forma ou outra para as artes marciais na mesma proporção que elas sempre contribuíram para mim. Como Mike Tyson disse certa vez: "Um homem faz certo quando faz o que ama e ama o que faz!" E é justamente isso que tenho procurado fazer.


Abraços

2 comentários:

  1. o caminho e este as artes marciais hoje em dia e voltado para defesa pessoa e esporte.esta defesa digo que:na verdade deveria ser treinada pelas pessoas voltadas para area de seguranca publica e privada,pois uma pessoa comum tem que ter uma nacao como e quando ser usada pois hoje temos que tomar cuidado com armas brancas e de fogo.no esporte a competicao e um insetivo para o atleta testar seu aprendisado,os treinadores e professores tem que orientar seus alunos sobre vencer e se vencido,pois ali estar o mesnos apavorado,as vezes aquele atleta marcial e um aluno que treina bem na academia mas em competicoes ele fica nervoso,o que nao pode ocorre por parte dos professores e rejeitar o aluno que nao manda bem em competicoes e aquele que nao gosta, pois ali e esporte e nao vida ou morte,ou ate mesmos o aluno treina para supera seus limites pessoas....

    ResponderExcluir
  2. Sim. Muitas das artes marciais estão realmente voltadas para a defesa pessoal e concordo da maneira que é tratada, pois baseia-se em situações reais dando ao praticante auto-confiança e calma. Mas se deve ser utilizada apenas por pessoas de segurança pública eu discordo. E o resto da população? As pessoas devem ter noção (e dizer apenas não quer dizer pouca coisa) de como se defenderem, e quando digo se defenderem não estou dizendo contra-atacar ou esquivar-se, se defender consiste em evitar lugares suspeitos também. Isso poucos lugares ensinam. Quanto às competições fica a pergunta: precisamos realmente delas para nos sentirmos preparados?

    Obrigado pela viisia

    ResponderExcluir